(...) Ele “amou” tantas vezes que não percebeu que de nada de amor entendia, nada de amor ali havia. Havia apenas a ilusão de um começo, um te amo calado, não pronunciado, ansiosamente aguardado por quem assistia a indecisão. Morreu ali a possível felicidade, dentre palavras não ditas, entre cordas vocais adormecidas, entre lagrimas de decepção. Ele pensou amar mais uma vez, mas era apenas um mais. Um nome acrescentado, um coração despedaçado, um amor ignorado.(...)
O répúdio pelo amor apenas camufla - por pouco tempo- o medo. Isso se torna mais visivel ainda, para quem, pelo menos uma vez, esteve de frente com seu olhar. Assim pode-se perceber o receio... Um sentimento belo que a mente transforma em temor.
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(...) Ele “amou” tantas vezes que não percebeu que de nada de amor entendia, nada de amor ali havia. Havia apenas a ilusão de um começo, um te amo calado, não pronunciado, ansiosamente aguardado por quem assistia a indecisão. Morreu ali a possível felicidade, dentre palavras não ditas, entre cordas vocais adormecidas, entre lagrimas de decepção. Ele pensou amar mais uma vez, mas era apenas um mais. Um nome acrescentado, um coração despedaçado, um amor ignorado.(...)
O répúdio pelo amor apenas camufla - por pouco tempo- o medo. Isso se torna mais visivel ainda, para quem, pelo menos uma vez, esteve de frente com seu olhar. Assim pode-se perceber o receio... Um sentimento belo que a mente transforma em temor.
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